Casas do futuro imaginadas no século passado em exposição, Londres

Casas do futuro imaginadas no século passado

Casas do futuro imaginadas no século passado

Casas do futuro imaginadas no século passado

Exposição em Londres Reúne casas do futuro imaginadas no século passado.

Exposição em Londres reúne casas do futuro imaginadas no século passado. Televisores integrados a móveis e escritórios portáteis provam que os pensadores dos anos 1970 eram bons em futurologia.

Como você imagina as casas daqui a 50 anos? Entre os anos 1970 e 1980, arquitetos, designers e artistas plásticos europeus fizeram esse exercício de futurologia, transformado agora em uma exposição no Museu de Design de Londres. Com data de abertura agendada para 7 de novembro, a exposição reúne mais de 200 objetos que traçam as aspirações e mudanças dentro das moradias.

Itens raros como mobílias originais de 1956 do showroom da Cozinha do Amanhã da General Motors e modelos originais do conjunto de Joe Colombo, de 1972, estarão lado a lado com o registro de pensatas do vencedor do Oscar Jacques Tati, do vencedor do Pritzker Hans Hollei e de peças da grife italiana Gufram. A mostra foi montada com apoio da marca Ikea.

Veja a seguir algumas inovações do passado:

Casas do futuro imaginadas no século passado
 A Villa Arpel, devaneio do vencedor do Oscar Jacques Tati, é uma sátira às casas modernistas dos idos de 1970. Equipada com várias máquinas que deveriam poupar os moradores do trabalho doméstico, ela parece fazer com que os moradores trabalhassem ainda mais, ridicularizando o processo de funcionalidade. 
Casas do futuro imaginadas no século passado
A Pratone é uma poltrona de poliuretano que se assemelha a um montinho de grama com bordas arredondadas que se moldam à medida em que você se deita nela. Absolutamente diversa das cadeiras comuns dos anos 1970, ela queria chocar reimaginando o ambiente doméstico como paisagismo, em contraste com o conservadorismo da época. Criação de Ceretti, Derossi e Rosso. 
Casas do futuro imaginadas no século passado
Ainda em 1972 a dupla de designers italianos Guido Drocco e Franco Mello imaginaram um cabideiro em formato de cacto. Em um primeiro momento, a peça surgiu no tom de verde-esmeralda, mas sua cor foi alterada inúmeras vezes. Ao unir o aspecto decorativo ao da praticidade, a Gufram, indústria que fabricava a peça, propõe que a forma nem sempre precisa seguir a função.  
Casas do futuro imaginadas no século passado
Muito antes dos laptops existirem de fato, o arquiteto austríaco vencedor do Pritzker Hans Hollein pensou a existência de um escritório móvel dentro de uma bolha transparente. A ideia era favorecer as condições de trabalho em ambientes amigáveis em um mundo em rede.