Mercado imobiliário Brasil 2019. mercado promete reação.

Mercado Imobiliário

Mercado imobiliário Brasil 2019

Mercado imobiliário Brasil 2019

Mercado imobiliário Brasil 2019

Mercado imobiliário Brasil 2019. Se economia reagir em 2019, vão faltar imóveis à venda. Levantamento da CBIC aponta que, mesmo com um crescimento moderado, estoque atual pode se esgotar em 12 meses.

Apenas 2% dos imóveis postos à venda no país atualmente são lançamentos. O que construtoras e incorporadoras estão conseguindo negociar no cenário de crise são seus estoques. Dados da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) indicam que há atualmente 124 mil unidades já construídas para a venda, em todo o Brasil – considerando exclusivamente edificações residenciais. Diante deste cenário, se a economia retomar o crescimento entre 2019 e 2020, muito provavelmente faltarão imóveis novos para serem vendidos no país.

Levantamento da CBIC

O levantamento da CBIC aponta que o estoque atual, considerando o ritmo fraco da economia, levaria 12 meses para se esgotar. Se não houver reposição, em setembro de 2019 não existirão mais imóveis novos já construídos à venda. Esse esvaziamento pode acelerar se o país voltar a crescer a um ritmo de 3% ao ano. Pior: não há lançamentos para compensar; pois em função do impasse sobre a lei do distrato as construtoras estão preferindo não lançar a venda do imóvel na planta. Há ainda o fato de que um edifício habitacional, por exemplo, leva pelo menos três anos para ficar pronto.

Pelas projeções, se as construtoras voltassem a produzir a todo vapor a partir de 2019, os estoques só seriam regularizados em 2022. Para o presidente da CBIC; José Carlos Martins, se por um lado os números mostram que as empresas estão conseguindo vender seus estoques; por outro ele vê risco de desequilíbrio no mercado. Celso Petrucci, presidente da comissão de indústria imobiliária da CBIC; avaliza a opinião do presidente. “Digamos que o presidente eleito seja comprometido com as reformas e o país cresça 1,5% em 2019 e 3% em 2020. Isso já é o suficiente para faltar imóvel no mercado”, diz.