Mercado imobiliário ganha folego. Mudança na Caixa não tira fôlego e anima mercado imobiliário.

Mercado imobiliário

Mercado imobiliário ganha folego

Mercado imobiliário ganha fôlego.

Mercado imobiliário ganha folego, e anima mercado.

Mercado imobiliário ganha folego. Mudança na Caixa econômica Federal não tira fôlego e anima mercado imobiliário. Setor possuí a perspectiva de manutenção ou redução das taxas de juros e maior geração de empregos.

Os mercados de construção civil e imobiliário devem ter um ano de retomada de crescimento, com investimentos significativos. A expectativa é do presidente do Sindicato da Indústria de Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP), José William Montenegro Leal.

Esperança para o setor

Para José William, 2019 é um ano de retomada e esperança para o setor, já que existe a expectativa de uma economia mais equilibrada e propícia a investimentos.

Além disso, o setor possui a perspectiva de manutenção das taxas de juros, mesmo com as declarações divergentes do novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, de que a classe média iria pagar juros de mercado para participar do ‘Minha Casa, Minha Vida’. A declaração foi desmentida por ele mesmo posteriormente.

Retomada da construção Civil

“Tenho dito que 2019 será o ano da retomada da construção civil e, em consequência, também do mercado imobiliário. Tenho certeza de que não vai haver aumento de juros, até porque muitos bancos privados já praticam taxas menores do que as da Caixa para atrair o público de classe média. Acredito que o que o presidente da Caixa disse é que vai haver um estímulo maior da concorrência e que o banco vai priorizar ainda mais o ‘Minha Casa, Minha Vida’”, contou José William.

Corretores

A onda de otimismo também está entre outros profissionais do ramo imobiliário. A corretora Angélica Silvino disse ao Portal Correio que 2018 foi um ano muito difícil para o mercado; mas está otimista para 2019 e com boas expectativas.

Acredito que 2019 será um ano de recuperação para o mercado imobiliário, que sofreu muito em 2018 com desemprego, inadimplência e destratos.